Caxias do Sul é o maior polo metal-mecânico do Brasil com PIB de R$ 28 bilhões, cristalizado na especificação de carrocerias rodoviárias (Marcopolo, Randon) que atendem montadoras em cinco continentes. A marca Marcopolo exporta chassis personalizados para operadores de transporte de passageiros em 100+ países, e essa escala global de exportação direta criou cadeia de fornecedores de peças usinadas, suspensões especiais e sistemas integrados que precisam controlar conformidade tributária em operações multibandeira. Paralelo ao setor automotivo pesado, a vinicultura gaúcha (AURORA, Peterlongo, Miolo, vinícolas independentes) representa 18% do PIB e concentra-se em bebidas para exportação, com regimes tributários segregados por categoria: vinhos finos, vinhos tinto/branco, espumante refrigerado, destilado, cada um com pauta de ICMS-ST distinta mantida pela Sefaz-RS com granularidade que nenhuma outra região oferece.
Fabricantes de carrocerias que exportam chassis completo para montagem final em país de destino precisam cumprir laudos de conteúdo agregado (mínimo de valor agregado brasileiro) para aproveitar benefícios de redução de IPI, além de controlar a classificação NCM de cada subconjunto usinado que sai da fábrica. Vinícolas que vendem bebida para supermercados em São Paulo, Santa Catarina e Paraná enfrentam ICMS-ST com base de cálculo em pauta estadual que muda por portaria trimestral: quando a portaria é publicada retroativamente ou com validade anterior à publicação, o contribuinte fica com inconsistência de cálculo que só aparece em auditoria da Sefaz. Operadores logísticos que preparam cargas de carroceria para contêiner e embarque em porto via SISCOMEX precisam segregar ICMS-ST de importação temporária de peças de reposição que retornam da manutenção no exterior.
Trabalhar com metal-mecânica gaúcha ao longo de três décadas significa ter acompanhado pelo menos duas recessões industriais, três alterações de regime do ICMS no Rio Grande do Sul e as oscilações do câmbio que afetam toda empresa que fatura em dólar. Essa trajetória acumulou casos reais de como a Sefaz-RS trata a pauta de ICMS-ST em bebida fora do prazo, de como o laudo de conteúdo agregado é verificado em fiscalização de carroceria exportada e de como o crédito presumido de IPI é calculado quando o chassis tem componentes importados misturados com nacionais.
Fabricantes da Serra Gaúcha interessados em revisar sua posição fiscal encontram na AC Contabilidade um interlocutor que conhece o perfil de exportação da região, as particularidades do ICMS gaúcho e os incentivos fiscais do RS para a indústria de transformação. O primeiro contato não tem custo. A conversa inicial ocorre por chamada de vídeo, com escopo centrado no perfil de faturamento, nos regimes de exportação ativos e nos controles de NCM que determinam a alíquota correta em cada saída.
Além de Caxias do Sul, atendemos empresas em Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa, Farroupilha, Nova Petrópolis, Flores da Cunha e São Marcos. Ver todas as cidades atendidas.