Fortaleza é a quinta maior economia do Brasil e lidera o setor de moda do Nordeste: indústrias como Marisol, Riachuelo e Guararapes transformam a capital cearense em referência global de confecção, bordados e têxtil. A economia local não depende só da moda. O Porto do Pecém, integrado à Zona de Processamento de Exportação (ZPE-CE), atrai investimento em petroquímica, siderurgia e comércio exterior. Paralelamente, a cidade consolidou-se como hub regional de call centers, TI e serviços de business process outsourcing (BPO) que servem empresas de toda a América Latina. Três eixos produtivos distintos convergem num único perímetro fiscal.
Fabricantes de confecção que operam dentro da ZPE-CE usufruem isenção de ICMS nas operações internas e suspensão de IPI, mas precisam manter escrituração segregada por habilitação junto à Superintendência da Zona Franca (SUFRAMA) e à Secretaria da Fazenda. Indústrias têxteis que se beneficiam dos incentivos SUDENE enfrentam um desafio duplo: comprovar que mantêm a contrapartida de emprego e renda conforme termo de concessão, além de calcular corretamente o diferencial de ICMS nas remessas interestaduais quando a mercadoria sai da Zona Franca para outros estados. Centros de BPO e call centers que prestam serviços para tomadores em São Paulo e no Sudeste precisam apurar o ISS conforme o município do cliente final, não o de Fortaleza, combinando isso com o PIS e COFINS não cumulativos sobre receita de serviço, dois regimes que raramente são integrados corretamente.
A AC Contabilidade acompanha desde 1996 a transformação econômica de Pará de Minas e, ao longo de três décadas, desenvolveu metodologia especializada em incentivos fiscais regionais, regimes de zona franca e tributação de serviços de exportação. Essa vivência permitiu construir um repertório preciso para empresas que operam sob benefícios estaduais e federais sem comprometer a auditoria interna de órgãos de controle.
Para novas empresas de Fortaleza, a consulta tributária inicial é gratuita e ocorre integralmente por videoconferência. O diagnóstico abrange enquadramento na ZPE ou SUDENE, aproveitamento de créditos dos últimos cinco anos, e identificação de passivos silenciosos na escrituração periódica.